•08h00 às 09h00 | Credenciamento (primeiro dia)
•09h00 às 12h00 | Aula
•12h00 às 13h00 | Almoço
•13h00 às 15h00 | Aula
•15h00 às 15h30 | Coffee Break
•15h30 às 17h30 | Aula
•Boas práticas na condução da sessão eletrônica
•Funcionalidades do Compras.gov.br aplicadas à tomada de decisão
•Registro dos atos no sistema e segurança jurídica
•Erros operacionais que comprometem a licitação
•Análise da conformidade das propostas com o edital
•Critérios para aceitação e desclassificação de propostas
•Quando o preço é inexequível? Aspectos práticos e jurisprudenciais
•Diligências para esclarecimento e complementação de informações
•Negociação: limites, estratégias e registro dos atos
•Fundamentação das decisões do pregoeiro e do agente de contratação
•Decisões dos Tribunais de Contas sobre julgamento de propostas
•Análise crítica dos documentos de habilitação
•O que pode e o que não pode ser saneado?
•Diligências na fase de habilitação: limites e possibilidades
•Regularização fiscal das ME/EPP
•Hipóteses de inabilitação e seus fundamentos
•Construção da motivação administrativa em casos complexos
•Jurisprudência aplicada aos principais casos de habilitação
•Como analisar alegações dos licitantes
•Retratação e encaminhamento à autoridade competente
•Contrarrazões e decisão recursal
•Operacionalização da fase recursal no Compras.gov.br
•Entendimentos consolidados dos Tribunais de Contas
•Suspensão e reabertura da sessão pública
•Retorno de fases: quando é possível?
•Revogação e anulação do certame
•Cadastro de reserva e convocação de remanescentes
•Tratamento de falhas recorrentes durante a condução da licitação
•Como evitar nulidades na fase de seleção do fornecedor
•Casos concretos enfrentados pelos órgãos de controle
•Estudo de acórdãos recentes dos Tribunais de Contas
•Entendimentos que modificaram a condução da fase de seleção
•Como fundamentar decisões administrativas utilizando a jurisprudência
•Análise crítica da jurisprudência dos Tribunais de Contas
•Estudos de casos reais extraídos da atuação dos órgãos de controle
•Análise de casos práticos envolvendo julgamento, habilitação, diligências, negociação, recursos e operacionalização do Compras.gov.br
•Fundamentos e princípios aplicáveis ao exercício do poder sancionador.
•Responsabilidade administrativa do licitante e do contratado.
•Distinção entre ocorrência, indício de irregularidade, infração administrativa e aplicação de sanção.
•Dever de apuração e limites da atuação dos agentes envolvidos.
•Análise das infrações previstas no art. 155 da Lei nº 14.133/2021.
•Infrações praticadas durante o procedimento licitatório e infrações relacionadas à execução contratual.
•Não entrega da documentação exigida para o certame.
•Não manutenção da proposta e seus reflexos.
•Recusa em celebrar o contrato ou apresentar documentação para a contratação.
•Declarações e documentos falsos.
•Fraude à licitação, comportamento inidôneo e fraude de qualquer natureza.
•Atos destinados a frustrar os objetivos da licitação e atos lesivos previstos na Lei Anticorrupção.
•Elementos necessários para o correto enquadramento da conduta.
•A atuação do pregoeiro e do agente de contratação na condução do certame.
•Identificação de possíveis infrações durante a sessão pública e nas etapas da licitação.
•Registro adequado dos fatos, evidências e ocorrências no processo.
•Quando a conduta do licitante deve ultrapassar os limites do procedimento licitatório e ser encaminhada para apuração.
•Distinção entre desclassificação, inabilitação e prática de infração administrativa.
•Limites da competência do pregoeiro e do agente de contratação: identificação dos fatos, instrução inicial e encaminhamento para a autoridade competente.
•Cuidados na elaboração de atas, relatórios e demais registros capazes de subsidiar o processo sancionador.
•Segregação de funções e segurança jurídica na atuação dos agentes públicos.
•Advertência, multa, impedimento de licitar e contratar e declaração de inidoneidade.
•Correlação entre as infrações do art. 155 e as sanções previstas no art. 156.
•Abrangência e duração das sanções restritivas.
•Critérios de dosimetria: natureza e gravidade da infração, peculiaridades do caso concreto, agravantes e atenuantes, danos causados e programa de integridade.
•Instauração e instrução do processo.
•Defesa do interessado e produção de provas.
•Comissão responsável pela condução do processo para aplicação das sanções restritivas.
•Contraditório, ampla defesa e devido processo legal.
•Formação do conjunto probatório e motivação da decisão.
•Responsabilidades das unidades e autoridades que participam do processo sancionador.
•Desconsideração da personalidade jurídica no âmbito sancionador.
•Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas – CEIS.
•Cadastro Nacional de Empresas Punidas – CNEP.
•Registro, publicidade e atualização das sanções.
•Alcance prático das penalidades impostas aos licitantes e contratados.
•Fluxo da ocorrência identificada pelo pregoeiro ou agente de contratação.
•Registro e documentação da conduta.
•Juízo inicial sobre a existência de indícios de infração.
•Encaminhamento para apuração.
•Instauração e instrução do processo sancionador.
•Defesa, produção de provas e análise jurídica.
•Enquadramento da infração e dosimetria.
•Decisão, registro da penalidade e seus efeitos.
•Boas práticas para redução de nulidades e fortalecimento da segurança jurídica do processo sancionador.
A organização do evento se reserva no direito de realizar, de forma superveniente, alterações na programação. A substituição de palestrante poderá ocorrer em face da indisponibilidade do palestrante/instrutor após a confirmação do convite ou mesmo em razão de caso fortuito ou força maior.
09 a 11 de Novembro de 2026 | Foz do Iguaçu/PR
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